Close Menu
  • Home
  • Cubatão
  • Brasil
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Rede
Facebook X (Twitter) Instagram
6 de novembro de 2026
Notícias:
  • Equipe da Agência Brasil vence Seleção Petrobras de Jornalismo
  • Rua Eládio Vicente Ferreira, na Vila Nova, tem novo sentido de circulação
  • Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas indica destaques da temporada
  • Receita apreende 15 toneladas de produtos irregulares no Porto do Rio
  • Cidade de Cubatão reúne autoridades para discutir soluções logísticas para o tráfego de caminhões
Cubatão Diário
Topo Correio
  • Home
  • Cubatão
  • Brasil
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Rede
Cubatão Diário
You are at:Home»Brasil»Apib pede ao CNJ apuração sobre afastamento de juiz indígena em SC
Brasil

Apib pede ao CNJ apuração sobre afastamento de juiz indígena em SC

agosto 10, 2026
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

BrasilYves Guachala fica afastado e responde a processo que pode resultar na perda do cargo. Entidade aponta plausível discriminação NCI/TJSCA Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) pediu ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que apure as circunstâncias do afastamento do juiz Yves Luan Carvalho Guachala, de ascendência indígena, lotado no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

Guachala fica afastado das funções e responde a um processo disciplinar no TJSC. O caso envolve 14 condutas atribuídas ao magistrado e pode trazer a punições que vão de advertência à perda do cargo.

No mês de maio, o revelou que, durante a apuração interna, foram registrados depoimentos com referências à ascendência indígena, à aparência e até a hábitos pessoais do juiz. Entre os relatos, aparecem afirmações de que ele teria jeito de “traficante” e “levaria enquadro”, além de críticas ao fato de praticar exercícios físicos em locais públicos utilizando camiseta regata.

No documento enviado ao CNJ, a Apib defende que o magistrado sofreu discriminação por motivo de sua origem e também em razão de decisões tomadas enquanto atuava na comarca de Catanduvas, no interior de Santa Catarina.

do

Para a entidade, comentários sobre a aparência, a origem e a vida pessoal do juiz não têm relação com a análise de seu desempenho profissional.

A planejamento também levanta questionamentos sobre a maneira como os depoimentos foram obtidos. A apuração juntou relatos sobre comentários que circulavam em Catanduvas.

Yves Luan Carvalho Guachala assumiu a comarca de Catanduvas em 2024. Um ano depois, o tribunal abriu uma apuração sobre sua atuação, com depoimentos de advogados e servidores públicos.

Segundo documentos do procedimento, advogados foram procurados para apresentar informações sobre o magistrado, e chegou a ser criado um formulário para unir reclamações. Os relatos tratavam de diferentes aspectos de seu trabalho, dentre eles decisões criminais, andamento de processos e relacionamento com profissionais que atuavam na comarca.

Em um dos depoimentos, uma advogada criticou decisões de Guachala relacionadas à soltura de suspeitos e, ao mesmo tempo, reclamou da pena aplicada a um cliente condenado por abuso sexual. Durante o relato, também fez referência à origem indígena do magistrado.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil afirma que decisões tomadas por Guachala no exercício do cargo passaram a ser usadas para questionar sua atuação como magistrado.

“Tais decisões, inaceitáveis para setores de uma comarca conservadora, motivaram um conluio explícito para sua remoção, tolerado e estimulado pelo TJSC”, diz o ofício da entidade direcionado ao CNJ.

A Apib pede que o Conselho Nacional de Justiça acompanhe o caso, examine possíveis práticas discriminatórias e garanta que testemunhas indicadas através da defesa sejam consideradas no processo.

A entidade também defende que o órgão adote “providências para coibir o uso de corregedorias locais como instrumentos de perseguição etno-ideológica e retaliação pelo estrito cumprimento da jurisprudência das Cortes Superiores”.

Em sua defesa ao TJSC, o juiz afirmou que um dos problemas da correição é que o processo iniciou sem objeto definido, com multiplicidade de assuntos coletados em depoimentos: supostos atrasos ou morosidade do juiz, extinção de ações de baixo valor, soltura de apreendidos ou falta de atenção a advogados.

Procurado através do no mês de maio, o tribunal informou que não comenta processos que tramitam sob sigilo e afirmou que rejeita qualquer forma de discriminação.

Com informações de Metropoles

Brasil
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Previous ArticleSecretaria de Manutenção e Serviços Públicos faz vários trabalhos
Next Article CMT reforça sinalização viária em vários pontos de Cubatão

Continue lendo...

Equipe da Agência Brasil vence Seleção Petrobras de Jornalismo

novembro 6, 2026

Receita apreende 15 toneladas de produtos irregulares no Porto do Rio

novembro 5, 2026

PF inaugura laboratório para combater garimpo ilegal na Amazônia

novembro 4, 2026
Últimas notícias

Equipe da Agência Brasil vence Seleção Petrobras de Jornalismo

Rua Eládio Vicente Ferreira, na Vila Nova, tem novo sentido de circulação

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas indica destaques da temporada

Receita apreende 15 toneladas de produtos irregulares no Porto do Rio

Copyright © 2026. Cubatão Diário - Notícias de Cubatão e região.
  • Home
  • Cubatão
  • Brasil
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Rede

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.